January 2010
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Antes do Azul - Graveola e Lixo Polifônico
“amanheceu outro sol que trará a luz,
outro dia,
sol lunar e pro longe existir
eu vou dizer do meu desejo de fazer tudo mudar
amanheceu e a manhã será como ontem,
ante o ontem,
outros dias iguais
e se o longe existir eu sou maior do que a distância pode ser nesse lugar
mais vivo que um azul de amanhecer
eu quis ver você chegar e me trazer o sol
pois de que vale o sol sem ter...
everyday-things:
Porque de algum modo uma partezinha de mim sempre esperou que talvez, de vez em quando, ou até de vez em nunca, você estivesse andando pela rua e lembrasse da minha existência sem motivos, ou simplesmente porque queria me contar uma piada. E, eu penso em você assim, do nada, enquanto estou procurando um endereço no mapa, ou as vezes esperando a torrada ficar pronta, e...
Alguém que era grande no passado, fica pequeno no presente. O tempo, de novo,...
– Martha Medeiros (via anasasso)
Não sou eu quem repete essa história; É a história que adora uma repetição; Uma...
– Chico Buarque
De alguma forma absurda, nunca estive tão bem. Armado com as armas de Jorge.
– caiofcaio
Pois É Seu Zé - Gonzaguinha
“ultimamente ando matando até cachorro a grito e aplateia aplaudindo e pedindo bis
nas refeições uma chachaça e às vezes um palito e a platéia aplaudindo e pedindo bis
ando tão mal que ando dando nó em pingo d’água só mato a sede quando choro um pouco a minha mágoa mas a platéia ainda aplaude ainda pede bis a platéia só deseja ser feliz…
te vira bota um sorriso nos lábios
...
Queda Livre, por Danielle Cruz.
de repente tu havias escorregado de minhas prosas; teu nome já não fazia parte das minhas rimas; e não buscava teus olhos, céus de verão, em minhas poesias; tuas letras não compunham minhas palavras doentias. eu estava só.
de repente eu pude ouvir com clareza os sons das ruas, os carros apressados rumo a lugar algum, e vi meus pés na beira da calçada, incertos de seus caminhos. já não era tua.
...
Posso ser tudo, ou posso ser nada, ou qualquer coisa, conforme me der na...
– fernandopessoa
Ilegais - Vanessa da Mata
“Desse jeito vão saber de nós dois
Dessa nossa vida
E será uma maldade veloz
Malignas línguas
Nossos corpos não conseguem ter paz
Em uma distância
Nossos olhos são dengosos demais
Que não se consolam, clamam fugazes
Olhos que se entregam
Ilegais
Eu só sei que eu quero você
Pertinho de mim
Eu quero você
Dentro de mim
Eu quero você
Em cima de mim
Eu quero...